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Jabesmar e Família

Olá! Eu sou o Jabesmar

Você pode achar o meu nome diferente ou até mesmo engraçado, pode ficar se perguntando de onde meus pais tiraram este nome. Meu pai se chama Jabes, que é um nome de origem hebraica tirado da Bíblia. Seguindo a sugestão de uma amiga eles decidiram fazer a junção de Jabes com mar. Foi assim que ganhei este nome e, até hoje, não conheci nenhum xará.

Nasci em uma pequena vila do interior do Espírito santo chamada Guararema. Em 1964 meus pais vieram para Vila Velha. Como eu era muito pequeno, tinha apenas 5 anos, tive que vir com eles. Os primeiros anos foram difíceis, pois meu pai custou a conseguir emprego e quando finalmente conseguiu passar num concurso público ficou seis meses sem receber.

Em 1970 mudamos para um conjunto da COHAB, aqui mesmo, em Vila Velha chamado Itaparica. Aqui tinha muita coisa que criança gosta. Praia, lagoas, rio, mato, passarinhos, cavalos, frutos silvestres etc. Ná época das férias escolares passávamos o dia inteiro desfrutando das maravilhas da natureza. Tive uma infância privilegiada. Tomava banho de praia, de lago e de rio, andava a cavalo, caçava, pescava, catava pitanga, abíu, araçá, maracujá, cajú e muitas outras frutas nativas. Mas se você está pensando em vir me visitar para que possamos fazer isso tudo, pode esquecer. Agora só tem casas e prédios, a única coisa que permanece é a praia. As sabiás, rolinhas, bem-te-vis, joãos de barro, sanhaços, queros-queros, marrecos, lagartos, sarués, cavalos, as matas, as pitangueiras etc., há muito se acabaram. Eta tempinho bom que não volta mais!

Em 1986 fui estudar no Seminário Bíblico Palavra da Vida (em Atibaia - SP), onde fiquei por 5 anos e meio. De lá fui para Curitiba fazer o estágio do meu curso. Lá morei por 5 meses. Em Dezembro de 1991, depois de concluir meu curso de Bacharel em Teologia, voltei para minha querida Vila Velha, onde moro até hoje.

Em janeiro de 1997 casei-me com a linda moça que você vê na foto ao lado. O nome dela é Cátia. Moramos em um apartamento aqui em Itaparica. No dia 16 de outubro de 2002 nasceu nossa filha. Ela se chama Layla. Quase oito anos depois do nascimento da Layla, no dia 24 de Junho de 2010, nasceu nossa segunda filha que se chama Tayná.

Trabalho como missionário e as vezes viajo para dar estudos e palestras em temas ligados a Bíblia. Gosto de fazer muitas coisas, mas o que mais me realiza é fazer palestras bíblicas.

Em agosto de 1999, depois de uma viagem missionária ao sertão do Rio Grande do Norte, descobri que sou portador do vírus da Hepatite C (HCV). Nos primeiros dias ficamos chocados com a notícia, pois trata-se de uma doença que ainda não tem cura. A preocupação era de que minha esposa também tivesse infectada, mas pela graça de Deus os exames que ela fez foram negativos para HCV. Passado o choque inicial, a biópsia etc., consegui descansar no Senhor e entregar tudo nas Suas mãos. Minha vida é dele e cria que segundo a Sua vontade Ele conduziria os acontecimentos.

Em abril de 2005 iniciei o tratamento da Hepatite C. Os efeitos colaterais foram muito fortes. O tratamento durou 48 semanas (cerca de um ano) e trouxe várias complicações. Tomei uma injeção semanal de Interferom Peguilado e quatro comprimidos por dia de Ribavirina. Estes medicamentos me davam cerca de 50% de possibilidade de negativar o vírus. No dia 31 de Março de 2006 terminei o tratamento. No final do tratamento um exame de sangue não detectou vírus no meu organismo. Mas era preciso esperar seis meses pra fazer um outro exame. Se neste último exame não detectasse nenhum vírus a possibilidade dele voltar é muito pequena e assim seria considerado curado da Hepatite C e meu "figueiredo" não mais sofreria com os ataques do vírus.

Livro de VisitasFinalmente chegou o dia de fazer o exame e no dia 27/11/2006 peguei o resultado. Pela graça de Deus o vírus continuou indetectável! Foi uma festa! Fiz os exames de um ano, dois e três anos pós-tratamento e o vírus continua desaparecido. Tenho recebido muitos e-mails de felicitações. É bom ter amigos! Ainda estou com algumas seqüelas da quimioterapia, mas espero que com o passar do tempo elas acabem por desaparecer. Quando for orar lembre-se da minha saúde.

Agora que já me conhece um pouco espero que possamos nos tornar bons amigos. Caso deseje, assine o meu "Livro de Visitas" clicando no link do menu ao lado!

 

Jabesmar A. Guimarães

 

 

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